Dia do rim será celebrado este mês com atenção aos Trabalhadores em Saúde
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| Processo de hemodiálise utiliza máquina para limpar o sangue |
Uma das maiores e mais bem equipadas clínicas de hemodiálise do Brasil está sediada em Corumbá, onde cerca de 50 profissionais, entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, além de um assistente social e uma psicóloga, são altamente capacitados para fazer o atendimento e tratamento dos pacientes. São mais ou menos 150 dialíticos que precisam da máquina para sobreviver diante da falência renal que na maioria das vezes acontece por falta de conhecimento e informação.
"É por isso que este ano nós vamos voltar nossas atividades para a capacitação dos Trabalhadores em Saúde", disse o assistente social Luís Sá, responsável pelo atendimento na clínica e um dos responsáveis pelo evento que pretende reunir 150 profissionais entre técnicos de enfermagem e enfermeiros dos postos de saúde do município. "Serão palestras orientativas sobre como tratar e até mesmo encaminhar doentes renais ao médico nefrologista", afirmou.
Um dos maiores problemas detectados hoje, é a falta de encaminhamento. O médico nefrologista é o profissional especializado para atender doentes com suspeita de problemas renais. Muitas vezes até mesmo médicos de outras áreas, deixam de enviar um paciente para o especialista, mesmo vendo que o exame de creatinina, principal gatilho para a doença renal, está alterado.
A clínica Renal Med em Corumbá é particular. Pertence ao nefrologista Luís Ricardo Saab que conta com a parceria de sua esposa Simone que responde pelo setor administrativo e com a filha Carolina, também nefrologista. O médico nefrologista Rodrigo Ricarte e o médico intensivista Samir Moussa, são os guardiões dos pacientes. Apesar de a clínica ser particular, o atendimento também é feito pelo Sistema Úníco de Saúde (SUS) e convênios.
Por ser doente renal crônico em hemodiálise, devo abordar o assunto mais amplamente aqui no blog. Diabetes e hipertensão são as principais doenças que afetam os rins. A ingestão de medicamentos como anti-inflamatórios indiscriminadamente, também é outro fator de risco e resposável por um percentual de pacientes em diálise hoje, no mundo inteiro.


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